Quais pontos olhar primeiro?
Examine contornos de janelas, peitoris, paredes externas, teto, varanda, ralos e rodapés. Toque sem danificar e observe alteração de cor, bolhas, gotejamento, odor ou escorrimento.
Registre também se a janela estava aberta ou fechada e se houve limpeza recente, pois isso influencia a interpretação.
- Encontros entre esquadria e parede.
- Soleiras e peitoris.
- Tetos sob cobertura ou varanda superior.
- Ralos e pontos de extravasamento.
Como documentar as condições da chuva?
Anote data, horário aproximado, duração conhecida e direção aparente. Fotos externas só devem ser feitas de local seguro e autorizado.
O relatório deve indicar que se trata de observação circunstancial, sem transformar a condição climática em ensaio controlado.
- Foto geral do ambiente.
- Detalhe do sinal com referência de escala.
- Vídeo curto de gotejamento, se houver.
- Preservação dos arquivos originais.
Quando um teste adicional faz sentido?
Se houver indício recorrente, pode ser necessário um procedimento de estanqueidade ou investigação por etapas, isolando componentes. O método depende do sistema de fachada ou cobertura.
Aplicar água indiscriminadamente pode mascarar a origem e causar dano a unidades vizinhas.
- Definir hipótese e área de teste.
- Proteger ambientes e terceiros.
- Controlar vazão e duração.
- Acompanhar durante e após o procedimento.
Por que agir antes da mudança?
Móveis, cortinas e pintura podem ocultar sinais ou ser danificados por novas ocorrências. O registro prévio facilita a comparação após reparos.
A COTA16 organiza evidências e indica quando a observação deve evoluir para ensaio técnico.
Fontes oficiais consultadas
PRECISA DE ANÁLISE TÉCNICA?



