Confirme qual vaga foi entregue
Compare número, localização e vinculação com contrato, memorial, planta e documentos condominiais disponíveis. Divergência documental deve ser registrada e encaminhada para esclarecimento.
Não use somente a placa instalada como prova da vinculação jurídica da vaga.
- Número e posição.
- Vaga presa ou livre conforme contratado.
- Acesso por rampa e circulação.
- Proximidade de pilares, paredes e equipamentos.
O que observar no uso real?
Analise a trajetória de entrada e saída com segurança, sem bloquear a circulação. Pilares, tubulações, armários, vagas vizinhas e áreas de manobra podem influenciar o uso.
Dimensões e condições normativas devem ser verificadas com o projeto aprovado e a legislação aplicável, não por estimativa visual.
- Interferências laterais e superiores.
- Curvas e rampas de acesso.
- Sinalização e iluminação.
- Drenagem e presença de poças.
Piso e teto também entram na vistoria
Registre fissuras, desplacamentos, pontos de umidade, juntas, pintura e danos aparentes. Em áreas comuns, alinhe o registro com o condomínio e respeite limites de acesso.
Manchas ou gotejamento podem ter origem distante; a posição é um dado, não a causa confirmada.
- Piso sem buracos ou ressaltos perigosos.
- Juntas e grelhas íntegras.
- Ausência de partes soltas no teto.
- Sinalização da vaga legível.
Como formalizar uma divergência?
Use planta ou croqui para localizar a vaga, fotografe o conjunto e descreva a interferência ou diferença objetiva. Separe questões construtivas de questões documentais.
A COTA16 pode incluir a garagem no escopo da vistoria de recebimento quando houver acesso autorizado.
Fontes oficiais consultadas
PRECISA DE ANÁLISE TÉCNICA?



